A Margaridinha Branca Margaridinha Branca dormia na sua casa, embaixo da terra. Um dia, bateram à sua porta: – Toc... toc...toc... Margarida, sou a Chuva! Quero entrar na sua casa! – Não, não, Dona Chuva. Vou ficar toda molhada. A Chuva foi-se embora. A Margaridinha continuou dormindo. Passou o tempo. Bateram outra vez à sua porta: Chu... Chu...chu... Margarida, sou o Vento! Quero entrar na sua casa! – Não, não Senhor Vento. Vou ficar despenteada! O Vento foi-se embora. A margaridinha continuou dormindo até ouvir outro barulho. – Flap... flap...flap... Margarida, sou o Sol! Quero entrar na sua casa. Não, não, Senhor Sol. Vou ficar toda queimada. [...] Mas, um dia, ela escutou três vozes alegres: – [...] Margarida somos a Chuva, o Vento e o Sol! Viemos buscar você para ver a primavera!. A Chuva pegou a mão direita da Margaridinha, o Sol pegou a mão esquerda, o Vento soprou de mansinho e... Ó maravilha! Margaridinha estava num jardim cheio de flores. [...]
