Resposta :
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Explicação:
1- O autor fala primeiramente que ele não é um autor-defunto, mas sim um defunto autor, porque somente depois de morto ele resolveu produzir a narrativa que o vai transformar em autor.
E segundamente é que, a escrita ficaria assim mais galante e mais recente.
2- Pois por ele ser um defunto-autor que é o que fundamenta o romance de Machado de Assis, ele não se preocupa com o que acharão dele em sociedade, tendo total liberdade para escrever o que bem entender, e aonde ele quiser, sem utilizar de meias palavras.
Brás Cubas, sendo o narrador e protagonista de "Memórias póstumas de Brás Cubas" diz ao leitor duas considerações que ele fez para contar sua história iniciando pela morte, e não pelo nascimento como geralmente é feito:
- O fato dele ser um defunto ator e não um autor defunto;
- Dessa forma, a escrita seria mais moderna e mais galante.
O livro "Memória póstumas de Brás Cubas" de Machado de Assis
O livro "Memória póstumas de Brás Cubas" é um dos maiores clássicos da literatura brasileira publicado como romance em 1881 por Machado de Assis.
2) Ao citar que é um "defunto autor" e não um "autor defunto" ele reafirma que hoje sua condição é de defunto mas que sempre foi autor.
Dessa forma, ele mostra ao leitor que não foi sua morte que o transformou em um autor, o que faria dele um "autor defunto". Mas sim, que ele foi um autor e que essa foi sua profissão durante toda sua vida e até mesmo após o fim dela, se transformando em um "defunto autor" e contando sua história de forma inusitada: Começando por sua morte e voltando no tempo em suas aventuras.
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