O sábio Havia um pai que morava com suas duas filhas, meninas muito curiosas e inteligentes. Suas filhas sempre lhe faziam muitas perguntas. Algumas, ele sabia oferecer a melhor educação para as suas filhas, as enviou para passar férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina. Este, por sua vez, respondia a todas as perguntas, sem hesitar. Já muito impaciente com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder. Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para sua irmã: Desta vez o sábio não vai saber a resposta! O que você vai fazer? Perguntou a outra menina. Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar ao sábio se a borboleta está viva ou está morta. Se ele disser que ela está viva, vou apertá- la rapidamente, esmagá-la e, assim, matá-la. Como conseqüência, qualquer resposta que o velho nos der, vai estar errada. As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio que se encontrava meditando sob um eucalipto na montanha. A menina aproximou-se e perguntou: Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta? Calmamente, o sábio sorriu e respondeu: Depende de você... Ela está em suas mãos. O pai pretendia: a-( ) acabar com as curiosidades das filhas. b-( ) enviar as filhas para morar com o velho. C- ( ) educar bem as duas filhas, D- mandar as duas filhas embora